segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Era sexo.


Era sexo e somente sexo
E por isso mesmo irresistível
Era química, era física
Pele, beijo e faísca
Era literatura, pura poesia
Ritmo, rimas e respiração.
Era sexo e somente sexo
Não me importava seu nome
Seu endereço ou partido político
Não me interessava sua vida
Nem antes, nem depois
Nada além do nosso instante.
Era sexo e somente sexo
Sem mentira, sem maldade
Só verdades, sem pecados
Só dois corpos extasiados
Que insistiam em permanecer
De mãos dadas após sublime ato.

(Mariana L.de Almeida).

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