terça-feira, 1 de novembro de 2016

Cidade.

A cidade seca, desfolhada e nua
Desabitada, sem remorso e crua
Dos concretos de cimento e chão
Emerge selvagem como louca paixão
Num dia de inferno, quente de verão
A vida, que resiste embora tantos nãos.


Poema e fotografia: (Mariana L. de Almeida)

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