quinta-feira, 27 de abril de 2017

Mariana.

As vezes sou teu mar... as vezes sou teu chão
As vezes sou tua bússola... as vezes perdição
As vezes selvagem como mata fechada
As vezes mansa como um final de tarde
As vezes lua cheia e maré alta
Que invade e tudo arrasta
As vezes só areia branca que acariciam os pés
As vezes molhada como uma canção de amor
Gotas de notas musicais que exalam da paixão
As vezes um enxame de vagalumes repleta de luz
As vezes escuridão da noite e solidão
As vezes exata como as pontas de uma mandala
As vezes satélite suspenso no céu
As vezes mulher que tudo quer...
As vezes menina... as vezes serpente...
As vezes vinho e sexo... as vezes café e colo...
As vezes silêncio... as vezes arrastão...
As vezes sozinha... as vezes segurando a sua mão...
As vezes beijos... Outras vezes também...
As vezes Mariana... outra vezes O Mar e Ana...
Sou o teu melhor poema... sou o teu amor.


(Mariana de Almeida e Ricardo Ruiz).

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